Adesão Digital na Europa e no EUA

22 de junho de 2021 - Fundos

 

O isolamento social resultante da pandemia do coronavírus impôs que uma parcela maior de consumidores passasse a utilizar o e-commerce como alternativa de consumo. Isso acarretou uma forte aceleração nos canais digitais que ganharam novos adeptos.

Com o fim das medidas de restrição social, espera-se que o setor passe por um processo de estabilização no período pós-pandemia.

Contudo, a pandemia certamente deixará uma herança importante. As grandes empresas, sobretudo as plataformas horizontais de marketplace, realizaram, ao longo dos anos, investimentos consideráveis em logística e tecnologia para aprimorar seus ecossistemas, acumulando altos níveis de experiência. Esse fator contribui para a fidelização dos novos clientes, evitando que ocorra uma volta mais expressiva para as lojas físicas, após a reabertura.

Para as empresas brasileiras de e-commerce, o resultado do primeiro trimestre de 2021 superou as expectativas, conseguindo sustentar patamares elevados de crescimento.

A evolução da vacinação deixa uma expectativa sobre qual será, de fato, o impacto deixado pela pandemia para o setor.

Nesse cenário, ao menos no curto prazo, empresas que possuem modelo híbrido, com integração on/off, poderão ser beneficiadas, com a retomada do modelo físico.

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Helena Verçosa -Mesa de análise

Disclaimer: Este material não é recomendação de compra e/ou venda de ativos, reflete a análise do time Trilha.